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sábado, 13 de abril de 2013

Aquecimento Global: Tudo o que podemos esperar, do maior dos fenômenos.




Em qual estação do ano estamos? Outono! As características climáticas que estamos vivendo nesses últimos anos e dias é de verão, dias quentes e abafados com pouca umidade. Bem diferente das características do outono seria dias mais nublados, com incidência de ventos... Esse efeito tem relação direta com o aquecimento global, onde as estações do ano não são tão definidas. Os raios solares estão incidindo diretamente nas calotas polares e em conseqüência disso os níveis do mar estão aumentando, há uma estimativa que daqui ao século XXIV cidades como New York e Rio de Janeiro estarão submersas a água com o aumento de 35 metros nos oceanos.

Derretimento das geleiras no decorrer dos anos 
Com o passar dos anos o clima não terá controle e não teremos previsão do tempo, ele será indefinido, mudando a qualquer momento. Isso implica também com a agricultura, não saberemos em qual época estaremos nem se será viável um grande investimento em culturas e tudo mais. As flores também sofrerão por esse impacto, pois não haverá pequenos insetos como as abelhas para a polinização e assim também não existirá nem mel nem própole, que são produtos medicinais e alimentícios. E então o que vai acontecer? Serão dias mais difíceis, cada vez mais quentes, muitas espécies de seres vivos irão desaparecer, ocorrerão também mudanças nos seres vivos para se adaptarem ao clima. Isso tudo por causa do:


  • Aumento da emissão dos gases do efeito estufa - causado, principalmente, pelo aumento do uso de combustíveis fósseis, produção de resíduos orgânicos (fezes de animais ex: suínos, bovinos), aumento dos planteis (aumento de consumo de O2 e aumento de liberação de CO2), aumento nas frotas automobilísticas (liberando monóxido de carbono), Industrialização (liberação de gases químicos), carvoarias vegetais (diminuindo o número de árvores na queima da madeira, estará liberando CO2)
  • Queimadas de matas e florestas - além de reduzir a quantidade de árvores, que servem como reguladoras da temperatura, as queimadas jogam gases poluentes na atmosfera;
  • Desmatamento - tem ocorrido, principalmente em países em desenvolvimento, como forma de ampliar as áreas para agricultura e pastagem de animais, além da exploração de madeira. Com menos cobertura de árvores e plantas, aumenta a temperatura do meio ambiente;
  • Desenvolvimento urbano sem planejamento - diminui as áreas verdes nas cidades, aumentando a quantidade de concreto. Esse fato favorece a formação de ilhas de calor;
  • Desertificação - queimadas e desmatamento podem resultar no processo de desertificação (formação de desertos) em várias regiões do mundo;

Assista abaixo ao documentário da ONG brasileira GreenPeace Brasil, que fala sobre os impactos do aquecimento global que já vem sendo sentidos fortemente no Brasil, o nome do documentário é " Mudanças do clima, Mudanças de Vidas."


Ilhas de Calor: O que são e como agem?

Com o grande destaque que vem sendo dado ao aquecimento global e todas as suas conseqüências, uma delas que surge ainda um pouco que desconhecida pela maioria da população são as Ilhas de Calor, um fenômeno climático que eleva a temperatura média das cidades que possuem um elevado grau de urbanização, ou seja, aquelas que são os grandes centros urbanos, que possuem um grande parque industrial, uma grande frota de automóveis e meio de transportes poluentes. Nas cidades que sofrem do fenômeno das Ilhas de Calor vários fatores são contribuintes para o aumento da temperatura, como o asfalto das vias urbanas, concreto dos edifícios, e ate mesmo as telhas das casas, isso acontece porque todos os materiais que compõem esses objetos têm uma elevada absorção de calor.

Esquema de Formação das Ilhas de Calor


Para entender melhor este fenômeno climático, é só olharmos a cidade de São Paulo que é considerada uma das maiores ilhas de calor do mundo. Como esta cidade tem grande concentração de ruas, avenidas, prédios e casas ela concentra mais calor, fazendo com que a temperatura fique acima da média se relacionada à de outros municípios da região. 

A falta de área com arvores nas cidades também tem bastante influencia na geração das Ilhas de Calor, uma vez que as arvores reduzem de forma muito grande a emissão dos raios solares. Quem mais sofre com isso lógico que é o planeta, que a cada dia que passa vai aumentando mais e mais sua temperatura, mas as pessoas de modo geral também sofrem por se sentirem incomodadas com uma temperatura acima do normal, algumas pessoas sentem desconfortáveis, se estressam facilmente e adquirem problemas de saúde cedo. Portanto seria mais fácil adotar praticas e tomar algumas medidas para que a população venha ter uma boa qualidade de vida, por exemplo: a criação de parques e preservação de áreas verdes, plantio de árvores nos grandes centros urbanos e a luta contra o desmatamento de áreas com uma grande quantidade de mata verde.


Chuva Ácida: Causas e Consequências

A chuva ácida é um fenômeno regional e ocorre na mesma região que gera os poluentes que a causa. Por isso mesmo a incidência é grande nas regiões altamente industrializadas e mais densamente povoadas. A chuva ácida é causada pela presença de gases, principalmente óxidos ácidos de enxofre e nitrogênio, que saem das chaminés industriais e são solúveis em água. Misturados à água presente no ar, hidrolisam formando ácidos que caem sobre a terra juntamente com a chuva.
A chuva não afetada pela atividade humana é pouco ácida, tendo pH em torno de 5,7. Esta acidez baixa é devida à presença de ácido carbônico, H2CO3, formado pela dissolução de CO2 em H2O. Estes níveis de acidez não são prejudiciais ao meio ambiente.
Floresta na Alemanha, foto tirada em 1970. 
Mesma floresta, após efeito de chuvas ácidas em 1983.


















Este é um exemplo de como a poluição ambiental pode afetar a natureza, sem que as pessoas se deem conta do problema. A chuva ácida é causada pela presença de gases, principalmente óxidos ácidos de enxofre e nitrogênio, que saem das chaminés industriais e são solúveis em água. Misturados à água presente no ar, hidrolisam formando ácidos que caem sobre a terra juntamente com a chuva. A chuva não afetada pela atividade humana é pouco ácida, tendo pH em torno de 5,7. Esta acidez baixa é devida à presença de ácido carbônico, H2CO3, formado pela dissolução de CO2 em H2O. Estes níveis de acidez não são prejudiciais ao meio ambiente. Os poluentes mais sérios na chuva ácida são os ácidos fortes.

No Brasil o exemplo mais marcante de poluição ambiental por chuva ácida foi a destruição da Mata Atlântica na região de Cubatão, na baixada santista. Os gases de nitrogênio e enxofre liberados às toneladas pelas chaminés das indústrias locais destruíram a vegetação. Neste caso, a relação de causa – efeito era óbvia. A região de Cubatão era uma das mais poluídas em todo o mundo.
Após um enorme esforço feito por parte da comunidade científica, das primeiras organizações não governamentais brasileiras preocupadas com o meio ambiente e da imprensa que se empenhou em denunciar e esclarecer os fatos, foi elaborada uma legislação e montado um sistema de fiscalização que passou a controlar as emissões, forçando as indústrias a tomarem cuidados óbvios com as emissões gasosas.
Entretanto, não são apenas as indústrias que poluem com estes gases. As grandes cidades, com seus inúmeros carros, também são importantes produtoras de chuva ácida.


Esquema de Formação da Chuva Ácida.